Testemunho de um Irmão sobre fazendo o desafio de Rom. 6:11-14

“…sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos,…” Rm 6:6

Como foi combinado nesse propósito, gostaria de deixar aqui uma que tive durante esses dias.

A alguma semanas atrás estava eu indo p/ o trabalho; e no caminho, passei por quatro moradores de rua sentados na calçada, usando drogas, como se fosse algo normal. Aquilo me fez pensar em minha vida anterior quando eu estava andando por esse caminho também, preso aos meus pecados, aos meu vícios, as paixões, a uma vida de Jesus. Ver aquilo me deixou espantado, assustado, por um momento; mesmo que, passando esse estado de sentimento, fiquei pensando nisso. Logo percebi que eu – que tive passado pelo mesmo vício que eles, não na mesma intensidade, mas passei – não tive compaixão deles, assim como Jesus tem dessas vidas que estão nesse estado.

Passado alguns dias depois disso e pensando nesse caso denovo, vi mais uma coisa: Estou vivendo de modo tão cômodo e c/ tanta mordomia. que até me esqueci por um tempo de quem eu era e da miséria que eu estava (e ainda sou um miserável pecador) e que Jesus, com poder, amor e misericórdia, me libertou dessa vida (Jo 8:32). Vendo isso, refleti mais ainda sobre minha vida e, através da minha vida, vi que isso se reflete na vida de muitos crentes hoje em dia: “Vou aos cultos, participo das programações da igreja, com frequência; me visto até bem, assim como muitos crentes quando vão a igreja! Bom, vendo isso, vi que todos nós estamos sujeitos a fazer isso automaticamente depois de um tempo sem refletir no real sentido de fazermos isso, sem refletir que sermivos a Deus por gratidão. Com isso, nossa vida proclama essa religiosidade que estamos vivendo: muitas vezes não demonstramos alegria em nossos rostos e em nossas vidas- nem quando chegamos à igreja (Ainda tenho muito o que aprender com Salmos 122:1,8-9) – que em Cristo, não somos mais servos do pecado(Rm6:6), porque Ele nos tirou da morte, da condenação do pecado; nem prezamos pela comunhão com os irmãos, em visitá-los, passar um dia com eles, nem conseguimos amá-los de verdade, assim como Cristo nos ama; entre outras coisas.

Resumindo, por um momento, eu esqueci de como eu era e que, por causa do amor de Cristo, de quem eu sou: Um pecador miserável, mas, redimido e salvo pelo sangue de Jesus Cristo. E aí que vi o perigo de viver, deixando reinar o pecado vida(Rm6:1-2,4-6,15-23); de entregar os meus membros ao pecado.

“Graças a Deus, por Jesus cristo, nosso Senhor(Rm 7:25)”

Obs: Graças ao SENHOR, através desse propósito em Rm6:11-14, pude ter um aprendizado maior em Rm 6:6.

– Ramon.

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